Polpa de ameixa
A polpa de ameixa é obtida pelo processamento mecânico da fruta fresca (Prunus domestica), preservando compostos bioativos, fibras alimentares e sorbitol. Amplamente valorizada por sua densidade de polifenóis antioxidantes e ação benéfica na microbiota, constitui uma matriz alimentar natural e funcional, perfeitamente compatível com formulações saudáveis de rótulo limpo.
Pontos de Atenção & Riscos
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Rico em FODMAPs: Contém sorbitol e frutanos, que podem desencadear desconforto abdominal e gases em pessoas com Síndrome do Intestino Irritável.
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Efeito Laxativo em Doses Altas: O consumo desmedido em um curto intervalo de tempo pode provocar fezes amolecidas ou diarreia osmótica transitória.
Pontos Positivos & Vantagens
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Rica em Fibras e Sorbitol: Favorece o peristaltismo intestinal e a consistência fisiológica das fezes de forma suave e eficaz.
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Alta Densidade Antioxidante: Apresenta concentrações expressivas de ácidos clorogênicos e antocianinas, que combatem o estresse oxidativo celular.
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Adoçante Culinário Natural: Permite conferir dulçor e umidade a receitas caseiras ou industriais sem necessidade de xopes ou açúcar livre refinado.
100% Vegetal / Natural
Extraída da polpa integral de frutos de Prunus domestica ou Prunus salicina, sem síntese química.
Matriz Frutada e Umectante
Confere sabor autêntico, cor natural, acidez equilibrada e auxilia na retenção de umidade em produtos de panificação e bebidas.
Efeito Prebiótico Favorável
Estimula o crescimento de Bifidobacterium e a produção de ácidos graxos de cadeia curta através de suas fibras e polifenóis.
Ingrediente de Rótulo Limpo
Classificada no Grupo 1 (minimamente processado) quando pura, sem adição de açúcares, corantes ou conservantes químicos sintéticos.
Encontrado Nestes Produtos
Dossiê Científico
A Organização Mundial da Saúde (OMS) incentiva o consumo de frutas integrais e polpas minimamente processadas como parte da meta diária de 400g de vegetais para prevenção de doenças crônicas não transmissíveis.
Os açúcares intrínsecos (glicose e frutose) são absorvidos no intestino delgado, enquanto o sorbitol e as fibras insolúveis e solúveis (como pectina) transitam até o cólon, sofrendo fermentação bacteriana benéfica e promovendo retenção de água fecal.
Regulamentada no Brasil pelo MAPA (Instrução Normativa nº 37/2018) quanto aos Padrões de Identidade e Qualidade (PIQ) para polpas de frutas, e pela ANVISA como alimento seguro sem limites toxicológicos diários estabelecidos.
Perguntas Frequentes
Ficha Técnica & Nomenclatura
- Nome Químico / Botânico
- Polpa do fruto de Prunus domestica L. ou Prunus salicina Lindl.
- Fórmula Molecular
- Matriz biológica complexa (água, pectina, sorbitol, frutose, ácido clorogênico)
- Poder / Propriedade Chave
- Aproximadamente 0,4 a 0,6 em relação à sacarose cristal (dulçor suave e naturalmente ácido)
- Solubilidade
- Parcialmente dispersível em água (alta fração solúvel com polpa particulada)
- Estabilidade Térmica
- Estável à pasteurização e ao cozimento; degradação branda de antocianinas termossensíveis sob calor prolongado