Cloreto de colina
O cloreto de colina é uma forma altamente solúvel de colina, um nutriente essencial pertencente ao complexo B. Atua diretamente na integridade das membranas celulares, no funcionamento do sistema nervoso e na prevenção do acúmulo de gordura no fígado, sendo amplamente utilizado para fortificação alimentar e suplementação.
Pontos de Atenção & Riscos
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Risco de Odor Corporal em Altas Doses: Consumo excessivo (acima da UL) pode gerar exalação corporal de odor trimetilamínico (odor de peixe).
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Potencial Formador de TMAO: O metabolismo microbiano de excessos de colina pode elevar níveis séricos de TMAO, um indicador de risco cardiovascular em estudo.
Pontos Positivos & Vantagens
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Saúde Hepática e Cerebral: Atua na prevenção da esteatose hepática e na produção de acetilcolina, neurotransmissor fundamental para memória e cognição.
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Alta Biodisponibilidade: Fornece íons de colina prontamente absorvíveis pelo trato gastrointestinal humano.
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Integridade Celular: Essencial para a síntese de fosfatidilcolina e esfingomielina, componentes estruturais das membranas biológicas.
Síntese Química / Nutriente
Sintetizado industrialmente pela reação entre óxido de etileno, água e cloridrato de trimetilamina, produzindo uma fonte pura de colina.
Fortificação e Nutrição
Utilizado como fortificante em fórmulas infantis, bebidas esportivas e suplementos para suprir a necessidade diária deste nutriente.
Produção de TMA
Em doses excessivas, certas bactérias intestinais podem converter a colina em trimetilamina (TMA), que no fígado forma TMAO, associado a risco cardiovascular.
Nutriente Fortificante
Classificado habitualmente como adição de micronutriente essencial, aceito em formulações de enriquecimento nutricional.
Encontrado Nestes Produtos
Dossiê Científico
A EFSA e a US IOM (Institute of Medicine) estabelecem a colina como nutriente essencial, recomendando a ingestão diária adequada (AI) de 400 mg a 550 mg para adultos, com limite superior tolerável (UL) de 3,5 g/dia.
Absorvido no intestino delgado via transportadores específicos e difusão facilitada. A colina livre é distribuída ao fígado e tecidos para síntese de fosfolipídios e neurotransmissores.
Aprovado pela ANVISA, FDA (status GRAS) e EFSA como fonte segura de colina para enriquecimento de alimentos, fórmulas infantis e suplementos alimentares.
Perguntas Frequentes
Ficha Técnica & Nomenclatura
- Nome Químico / Botânico
- Cloreto de (2-hidroxietil)trimetilamônio
- Fórmula Molecular
- C5H14ClNO
- Número CAS
- 67-48-1
- Poder / Propriedade Chave
- N/A (Sabor salgado-amargo leve)
- Solubilidade
- Altamente solúvel em água (> 500 g/L a 20°C)
- Estabilidade Térmica
- Estável sob condições normais de processamento térmico alimentar